Condições genéticas raras podem impactar a fertilidade, a gestação e a saúde do bebê.Entender os fatores de risco é essencial para um melhor planejamento reprodutivo.
Muitas doenças genéticas raras podem ser silenciosas e só ser descobertas após dificuldades para engravidar ou durante a gestação. Com o acompanhamento adequado, é possível tomar decisões mais seguras e aumentar as chances de uma gestação saudável.
O texto a seguir traz informações que podem ajudar casais portadores dessas condições no planejamento reprodutivo.
Algumas doenças podem ser identificadas antes mesmo da gravidez.
Índice
O que são doenças genéticas raras?
Doenças genéticas raras são aquelas causadas por alterações no DNA que afetam o funcionamento do organismo. Elas podem ser hereditárias (transmitidas de pais para filhos) ou surgir por mutações espontâneas. Em geral, são consideradas raras quando atingem um pequeno número de pessoas na população.
Existem milhares de doenças genéticas raras já identificadas, como fibrose cística, anemia falciforme, distrofias musculares e síndrome do X frágil.
Quero investigar riscos antes de engravidar!
Quando as doenças genéticas raras podem impactar a fertilidade ou a gravidez?
Algumas doenças genéticas raras podem interferir na fertilidade masculina e feminina, dificultando a concepção espontânea ou aumentando o risco de perdas gestacionais. Alterações cromossômicas, por exemplo, podem comprometer a qualidade dos óvulos e dos espermatozoides. Além disso, certas condições aumentam as chances de aborto espontâneo, parto prematuro ou malformações fetais.
Quem deve investigar doenças genéticas antes de engravidar?
Em geral, homens e mulheres devem procurar auxílio especializado antes de tentar uma gestação nas seguintes ocasiões:
Histórico familiar de doenças genéticas
Casais com histórico de doenças hereditárias na família devem considerar uma investigação genética antes da gravidez. A presença de síndromes, deficiências intelectuais, doenças neurológicas ou mortes precoces pode indicar um risco aumentado de transmissão genética.
Abortos de repetição ou perdas gestacionais
Abortos recorrentes podem estar relacionados a alterações cromossômicas ou mutações genéticas. Nesses casos, exames específicos ajudam a identificar possíveis causas e orientar o planejamento reprodutivo.
Idade materna e paterna
Mulheres acima dos 35 anos apresentam maior probabilidade de alterações cromossômicas nos óvulos; nos homens, a idade avançada pode aumentar o risco de mutações genéticas nos espermatozoides.
Principais sinais de alerta para tentantes
Entre os principais sinais de alerta estão histórico familiar de doenças raras, infertilidade sem causa aparente, abortos recorrentes, nascimento anterior de bebê com condição genética e casamentos consanguíneos.
Como identificar o risco de doenças genéticas antes da gravidez?
O risco de doenças genéticas antes da gravidez pode ser identificado por meio da avaliação do histórico familiar, do aconselhamento genético e de exames específicos realizados em uma clínica de reprodução humana. Dependendo da situação do casal, podem ser indicados exames como cariótipo, painéis genéticos e testes de compatibilidade genética para avaliar a possibilidade de transmissão de doenças hereditárias aos filhos.
Quando há risco de transmissão de doenças genéticas raras, é fundamental avaliar o histórico genético do casal. O especialista analisa doenças presentes em parentes próximos, padrões hereditários e outros fatores que possam aumentar a probabilidade de alterações genéticas na gestação.
Avaliação do histórico familiar
Quando há risco de transmissão de doenças genéticas raras, é fundamental avaliar o histórico genético do casal. O especialista avalia doenças presentes em parentes próximos, padrões hereditários e possíveis fatores de risco.
Testes genéticos para o casal
Os testes genéticos ajudam a detectar mutações hereditárias e identificar se o casal é portador de uma doença genética rara. Exames como cariótipo, painéis genéticos e testes de compatibilidade genética permitem avaliar o risco de transmissão de doenças para o bebê.
Quais exames ajudam a identificar doenças genéticas durante a gestação?
Durante a gravidez, existem exames que podem identificar alterações genéticas e cromossômicas no bebê. Entre os principais estão o ultrassom morfológico, o teste pré-natal não invasivo (NIPT), a amniocentese e a biópsia de vilo corial.
Aconselhamento genético: quando faz sentido para tentantes?
O aconselhamento genético é indicado quando há risco de transmissão de doenças genéticas raras, ou seja, para avaliar a probabilidade de nascimento de um bebê afetado por uma condição grave. O aconselhamento difere dos testes genéticos, pois os especialistas em genética ajudam os casais a determinar quais testes são necessários e mais úteis. Isso pode incluir exames de rastreio antes da concepção ou quando o casal está considerando o teste genético pré-implantacional.
É possível evitar a transmissão de doenças genéticas raras?
Sim, embora não completamente. O avanço da medicina reprodutiva permite reduzir as chances de uma doença genética rara ser transmitida ao bebê. Isso é possível com a FIV e o PGT.
Papel da fertilização in vitro nesses casos
Na fertilização in vitro, os embriões formados em laboratório podem passar por uma biópsia embrionária, que será analisada por meio do teste genético pré-implantacional (PGT). O procedimento permite acompanhar o desenvolvimento embrionário em laboratório e selecionar embriões com melhores condições para transferência.
Teste genético de embriões (PGT)
O teste genético pré-implantacional é realizado em embriões obtidos por fertilização in vitro. Ele identifica alterações genéticas e cromossômicas antes da transferência para o útero, ajudando a reduzir o risco de doenças genéticas raras na criança.
O que fazer após identificar um risco genético?
Após a identificação de um risco genético, deve-se procurar acompanhamento com especialistas em genética e reprodução humana. Esses profissionais fornecerão orientações sobre exames adicionais, possibilidades de tratamento e alternativas reprodutivas.
Dependendo do caso, o planejamento pode incluir monitoramento gestacional mais rigoroso, técnicas de reprodução assistida ou acompanhamento especializado durante toda a gravidez.
Como a Mater Prime pode ajudar na investigação de doenças genéticas antes da gravidez?
A Mater Prime oferece suporte para casais que desejam investigar riscos genéticos antes da gravidez. Com equipe especializada em reprodução humana e genética, a clínica realiza avaliações individualizadas, exames específicos e acompanhamento contínuo durante o planejamento reprodutivo.
Além dos testes genéticos e do aconselhamento especializado, a Mater Prime conta com tecnologias avançadas de reprodução assistida, incluindo fertilização in vitro e teste genético de embriões. Dessa forma, os pacientes têm acesso a um cuidado mais seguro, humanizado e alinhado às necessidades de cada família.
Entre em contato e agende uma consulta.
Na Mater Prime, o aconselhamento genético ajuda no planejamento familiar.
Fontes





