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ICSI

A Fertilização in Vitro (FIV), um dos tratamentos de reprodução assistida mais realizados atualmente, tem ajudado milhares de pessoas a superarem problemas de infertilidade. Porém, quando o sêmen apresenta alterações severas na quantidade e/ou na qualidade dos espermatozoides, ela não é um tratamento possível.

Em 2007, pesquisadores israelenses demonstraram que alterações nos espermatozoides têm uma correlação com morfologias anormais e conseguiram explicar alguns casos de insucesso na tentativa de gestação. Descobriram que quanto maior eram as alterações morfológicas, maiores eram as anormalidades genéticas nos espermatozoides e consequentemente menores eram as taxas de gravidez.

Mas, com a evolução das técnicas de reprodução assistida nas últimas décadas, casos graves de infertilidade deixaram de ser um impedimento à gestação. Uma dessas técnicas é a ICSI.

Essa técnica é conhecida mundialmente como injeção intracitoplasmática de espermatozoides morfologicamente selecionados, onde os espermatozoides são visualizados com microscópios superpotentes com aumento de até 20 mil vezes. Consequentemente, os espermatozoides são mais bem avaliados em relação à sua morfologia e são injetados somente aqueles que apresentam melhor qualidade. Com a ICSI, houve aumento das taxas de gravidez e diminuição dos abortos de repetição.

A ICSI é uma técnica de reprodução humana assistida que revolucionou os tratamentos de Fertilização in Vitro (FIV). Com a ICSI, o sonho de ter um bebê e formar uma família ficaram mais perto de se tornarem realidade.

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Como é realizada a ICSI

O procedimento é realizado em laboratório e consiste em injetar o espermatozoide selecionado diretamente em um óvulo maduro por meio de uma agulha extremamente fina, conduta guiada pelo embriologista com auxílio de um microscópio.

Após um período que varia de 17 a 21 horas, a fertilização é verificada, ou seja, é validado se os embriões estão se desenvolvendo para que, posteriormente, os melhores sejam transferidos para o útero da mulher ou da pessoa que vai gestar o bebê.

A ICSI é uma técnica fundamental da FIV. O objetivo de utilizar a ICSI na fecundação em laboratório é aumentar as chances de sucesso do procedimento, porque a seleção prévia permite que os espermatozoides com baixa mobilidade ou má morfologia não sejam utilizados no processo, o que não é possível na FIV clássica.

Por ter uma taxa de sucesso maior, a ICSI praticamente substituiu a forma clássica do procedimento. O seu diferencial está no tratamento da infertilidade masculina. Mesmo com poucos espermatozoides é possível fecundar os óvulos e gerar embriões saudáveis.

Qual a diferença entre a Fertilização in Vitro Clássica e a ICSI?

Na FIV clássica, os espermatozoides são colocados em contato com os óvulos e a fecundação ocorre naturalmente no laboratório. Já na ICSI, é feita a injeção de um espermatozoide selecionado dentro do óvulo para que haja a fecundação.

Do ponto de vista da preparação tanto para a FIV clássica quanto para a ICSI, o processo é igual, pois exige acompanhamento médico especializado, utilização de medicamentos para estimulação ovariana e um laboratório completo de reprodução assistida. A única diferença é a forma como o espermatozoide e o óvulo se encontram. Ou seja, na FIV clássica é de forma natural e na ICSI é injetado.

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Preciso saber se a ICSI é indicada para o meu caso!

Quando a ICSI é indicada

Essa técnica é indicada nas seguintes situações:

  • Fator masculino grave (quando a quantidade ou motilidade dos espermatozoides é muito baixa);
  • Falhas de implantação de embriões;
  • Abortamentos de repetição;
  • Alta taxa de fragmentação de DNA do espermatozoide;
  • Em homens que passaram por vasectomia. Nesses casos, o espermatozoide é obtido por meio da extração direta dos testículos e epidídimos;
  • Existência de doença infecciosa ou infertilidade de causa imunitária;
  • Dificuldade em conseguir uma ejaculação em condições normais, como ocorre na ejaculação retrógrada (problemas neurológicos, diabetes etc.).

Fatores que podem interferir nos resultados da ICSI

  • Idade da mulher;
  • Qualidade dos óvulos e espermatozoides;
  • Qualidade dos embriões;
  • Técnica do embriologista;

Quanto custa a ICSI?

O preço da ICSI dependerá de muitos fatores, como medicamentos utilizados para a estimulação ovariana e a estrutura do laboratório no qual os gametas do homem e da mulher serão coletados. Para quem está em busca de realizar o sonho da gestação, os valores influenciam a decisão, é fato, porém, não são o fator primordial pela opção ou não de fazer o tratamento.

É importante analisar os benefícios oferecidos pela clínica, o local, a equipe médica envolvida e quais itens estão inclusos. Dessa forma, será possível fazer uma escolha consciente e não baseada somente na questão financeira.  Somente o médico especialista em reprodução humana é capaz de determinar o melhor procedimento para cada paciente e tirar todas as dúvidas, inclusive sobre o valor da Fertilização in vitro com ICSI.

Cada casal é único, por isso procure sempre por médicos especializados em reprodução humana para um atendimento personalizado e focado na saúde da mulher e do bebê.

Entre em contato e agende uma consulta para saber mais sobre a ICSI!

Fontes:

Clínica de Reprodução Humana Mater Prime;

Conselho Federal de Medicina (CFM);

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA).

 

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