Infertilidade por Fator Ovulatório

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Infertilidade por Fator Ovulatório

A infertilidade por fator ovulatório não inviabiliza o sonho da maternidade na maior parte dos casos, mas a condição precisa ser avaliada por um especialista. Confira

A infertilidade por fator ovulatório é responsável por 20% das causas de infertilidade em casais e entre 30 e 40% das dificuldades femininas de concepção natural.

Dada à elevada incidência, a investigação de fator ovulatório integra as etapas iniciais do diagnóstico de infertilidade dos casais.

O que é o fator ovulatório?

O fator ovulatório pode ser entendido como alterações que resultam na ausência persistente ou frequente de ovulação, chamada de síndrome de anovulação crônica, ou processo ovulatório incorreto.

A principal manifestação do fator ovulatório é a irregularidade ou ausência da menstruação em consequência da alteração, ou falta de ovulação. Uma vez que a mulher não ovula corretamente, ela não consegue engravidar.

Quando a mulher apresenta menstruação irregular é comum que os intervalos sejam longos, com períodos menstruais que podem variar de 40 a 90 dias.

O fator ovulatório também pode levar à menopausa precoce, chamada também de falência ovariana prematura, na qual a mulher, geralmente com menos de 40 anos, não libera mais óvulos. Essa ocorrência acomete cerca de 1% das mulheres.

Quais as principais causas do distúrbio?

A ovulação depende do funcionamento harmônico entre hipotálamo, localizado no cérebro e responsável pelo funcionamento da hipófise, a hipófise, glândula na qual são produzidos os hormônios reprodutivos, e os ovários.

O fator ovulatório é sempre decorrente de alterações na produção hormonal, principalmente os que regulam o ciclo menstrual. Entre as causas incluem-se:

  • Hipogonadismo hipogonadotrófico (HH);
  • Alterações da glândula tireoide, como hipotireoidismo e hipertireoidismo;
  • Alterações na glândula hipófise, como a hiperprolactinemia, que consiste no aumento da produção da prolactina;
  • Problemas na glândula suprarrenal, como hiperplasia adrenal congênita;
  • Tumores no ovário.

Como é feito o diagnóstico de infertilidade por fator ovulatório?

A infertilidade por fator ovulatório é investigada quando o casal não consegue engravidar após um ano de tentativas, mas a busca pelo especialista pode ser realizada antes desse período caso a mulher já tenha diagnóstico de alterações ovulatórias ou apresente menstruação irregular.

O médico especialista em reprodução humana solicita exames que permitem avaliar os níveis hormonais e a reserva ovariana. Entre eles incluem-se:

Entre os exames que avaliam o nível de ovulação, os principais e mais utilizados são as dosagens hormonais através do exame de sangue, para constatar a presença dos hormônios que regulam a ovulação e a ultrassonografia.

  • Ultrassom transvaginal para averiguar e mensurar a reserva ovariana da paciente;
  • Exames de sangue para fazer dosagens hormonais, especialmente dos níveis de hormônio folículo-estimulante (FSH), hormônio luteinizante (LH), hormônio Anti-Mulleriano (AMH), estradiol, progesterona e prolactina.

Também pode ser solicitada pelo médico responsável a avaliação da tireoide, uma vez que alterações desta glândula podem estar associadas à infertilidade por fator ovulatório.

Quais são os tratamentos para pacientes com infertilidade por fator ovulatório?

Para a maioria dos casos de distúrbios na ovulação há tratamentos específicos que visam corrigir as alterações hormonais e restaurar a ovulação adequadamente por meio de medicamentos.

Também pode ser recomendado algum método de reprodução humana assistida, como coito programado, inseminação intrauterina, FIV ou mini-FIV, no qual a estimulação ovariana é centrada na qualidade dos óvulos maturados em vez de na quantidade de gametas femininos.

Nesse caso, a fecundação ocorre em ambiente laboratorial, viabilizando a avaliação do desenvolvimento embrionário até a fase de blastocisto, para então ser realizada a transferência do embrião. Em alguns casos, essa etapa é realizada em ciclos posteriores para aumentar as chances de implantação.

Quando não há mais óvulos viáveis, como em casos de menopausa precoce, pode ser recomendada a opção por óvulos doados.

Apesar dessas possibilidades, todo caso de infertilidade, seja por fator tubário ou não, deve ser investigado e analisado por profissionais especializados, a fim de devolver ao casal a possibilidade de realizar esse sonho.

Para ter mais informações sobre o assunto, entre em contato e agende uma consulta com os especialistas da Mater Prime.

Fontes:

Clínica de Reprodução Humana Mater Prime.

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