Perguntas frequentes sobre a Miomatose Uterina

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Perguntas frequentes sobre a Miomatose Uterina

Entenda melhor a miomatose uterina, os tipos, suas causas e se isso pode comprometer a gravidez

A miomatose uterina se refere à ocorrência de miomas na musculatura uterina, em localizações variadas dentro do órgão. Os miomas são tumores benignos, uma alteração muito comum entre as mulheres, sendo que sua incidência aumenta com o avanço do grupo etário.

Vale ressaltar que os miomas não são indicativos de câncer e nem um problema que pode estar necessariamente associado à infertilidade feminina. A miomatose uterina pode surgir tanto por predisposição genética como por fatores naturais, como resposta às alterações hormonais iniciadas desde a primeira menstruação.

Quais são as causas da miomatose uterina?

O desenvolvimento dos miomas não tem causas diretas estabelecidas, uma vez que a alteração geralmente está relacionada a alterações hormonais do corpo feminino. Levando em conta que a maioria das mulheres passa por diversas oscilações hormonais ao longo da vida, a miomatose uterina é uma condição bastante comum.

Os miomas costumam ser mais comuns em mulheres que ainda não tiveram filhos, as de raça negra, com histórico familiar, as que fazem uso de terapia de reposição hormonal e naquelas que possuem uma alimentação desbalanceada, pobre em vegetais e com exageros de outros grupos alimentares, como as carnes vermelhas.

Quais são os tipos de miomatose uterina?

Existem quatro principais tipos de miomatose uterina, catalogados conforme as partes diferentes do útero na qual estão localizados. São eles:

  • Miomas Subserosos;
  • Miomas Intramurais;
  • Miomas Submucosos;
  • Miomas Pediculados.

Os miomas subserosos se desenvolvem abaixo da serosa, a camada mais externa do útero, com um crescimento direcionado para fora. Quando os miomas subserosos evoluem e ficam destacados do útero por um cordão chamado pedículo, eles são chamados de miomas pediculados. Os miomas intramurais, por sua vez, são aqueles que se desenvolvem na parede muscular uterina. Os miomas submucosos também estão na camada interna do útero e podem ser danosos ao endométrio.

Os principais sintomas de miomatose uterina

De acordo com o Ministério da Saúde, a maior parte dos casos de miomatose uterina é assintomático, e as mulheres não percebem alterações em seu cotidiano. Entretanto, nos quadros em que a miomatose uterina provoca problemas, os sintomas iniciais poderão ser os seguintes:

  • Aumento do fluxo menstrual;
  • Sangramento vaginal anormal;
  • Aumento do volume abdominal;
  • Surgimento de inchaços e varizes nas pernas;
  • Dificuldades para engravidar;
  • Quadros de anemia;
  • Cólicas prolongadas;
  • Dores durante a relação sexual.

Durante a consulta ginecológica, é importante que a paciente relate ao médico todos os desconfortos e alterações percebidas. Dessa forma, o especialista terá mais informações para basear seu diagnóstico e investigar as causas dos sintomas apresentados.

Como é feito o diagnóstico da miomatose?

O diagnóstico dos miomas normalmente é feito após a investigação médica criteriosa, que leva em conta o relato da paciente e sua avaliação clínica. Para que seja possível confirmar o diagnóstico da miomatose uterina, poderão ser pedidos exames físicos e de imagem, como um ultrassom ou ressonância, estes últimos os mais completos para indicar a presença da miomatose uterina, bem como identificar sua localização e seu tamanho.

A miomatose uterina pode afetar na gravidez?

Como qualquer outro problema de saúde envolvendo a região uterina, a miomatose uterina pode trazer dificuldades para as mulheres que estão tentando engravidar. O surgimento de um mioma, entretanto, não é sentença de infertilidade.

Nos casos em que o mioma causa alterações e deformações no funcionamento do útero, é necessário investigar mais a fundo o problema e, se o especialista em reprodução humana julgar necessário, iniciar um tratamento adequado para favorecer a gestação.

O tratamento da miomatose uterina poderá ser feito com medicamentos ou recomendação de intervenções cirúrgicas, dependendo do quadro apresentado e do estágio da alteração.

A conversa franca entre o médico e a paciente que deseja engravidar é essencial para que sejam evitados tratamentos mais complexos que diminuam a chance ou impeçam uma futura gravidez, como a histerectomia e a ablação do endométrio.

Entre em contato com a Mater Prime e saiba mais detalhes.

Fontes:

Ministério da Saúde;

Clínica de Reprodução Humana Mater Prime.

 

 

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